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MPF mantém 37 investigações e já denunciou 27 pessoas por crime organizado no PI

No Piauí, as investigações conduzidas pelo MPF têm como foco principal organizações criminosas com atuação regional e interestadual, envolvendo crimes como tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, corrupção e fraudes em contratos públicos.

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 Reprodução

O Ministério Público Federal (MPF) mantém 37 investigações em curso contra o crime organizado no Piauí, conforme balanço divulgado em 2025 pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). No estado, ao longo do ano, foram apresentadas denúncias à Justiça Federal, envolvendo 27 pessoas.

Os dados fazem parte do levantamento nacional consolidado pelo Gaeco Nacional, que reúne informações das 27 unidades estaduais do MPF. Em todo o país, o órgão registrou mais de 400 investigações em andamento, com pedidos de bloqueio e sequestro de bens que ultrapassam R$ 28 bilhões, voltados principalmente ao combate a organizações criminosas, lavagem de dinheiro e tráfico de drogas.

No Piauí, as investigações conduzidas pelo MPF têm como foco principal organizações criminosas com atuação regional e interestadual, envolvendo crimes como tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, corrupção e fraudes em contratos públicos. As operações realizadas no estado contaram com apoio de forças policiais e, em alguns casos, integração com outros Gaecos e órgãos de segurança pública.

Em nível nacional, a atuação das 27 unidades locais (estaduais) dos Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaecos) do Ministério Público Federal (MPF) em 2025 resultou em pedidos de bloqueio de bens que somam mais de R$ 28 bilhões. Ao longo do ano, foram deflagradas mais de 60 operações, resultando em 126 prisões.

Foram apresentadas, ainda, perante a Justiça Federal, 126 denúncias contra 929 pessoas. O ano se encerra com mais de 400 investigações em curso contra o crime organizado. Os números foram levantados pela coordenação do Gaeco Nacional, que consolidou a atuação dos Gaecos do MPF em 2025. O Gaeco de São Paulo lidera nos números de investigações em curso (68) e de denúncias realizadas (28). O do Rio de Janeiro, por sua vez, lidera no volume financeiro de pedidos de bloqueio e sequestro de bens (R$ 23 bilhões) e no número de operações desencadeadas (12).

O volume financeiro de bens com pedidos de bloqueio envolve operações de combate a diversos tipos de crimes, sendo os mais recorrentes os de organização criminosa, lavagem de dinheiro e tráfico internacional de entorpecentes.

Cada unidade apresentou focos de atuação específicos, de acordo com as diferentes realidades regionais e estaduais. As informações reunidas mostram que o Gaeco Nacional, por exemplo, concentrou esforços em crimes transnacionais. Em geral, nas unidades locais a atuação teve como alvo principal o tráfico internacional de drogas. Mas em diversos estados a concentração se deu em crimes diferenciados, como os delitos ambientais, a corrupção, a repressão de atos antidemocráticos, o tráfico de armas, os delitos contra o sistema financeiro, os crimes cibernéticos e o de usurpação de bens da União.

 

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Fonte: Redação Cidade Verde

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